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Conduta obstétrica no óbito fetal Obstetrical management of fetal death

Márcia M A de Aquino et al · Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia · 1998

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Apesar de 80 a 90% dos fetos mortos poderem ser eliminados espontaneamente após duas a três semanas do óbito, a indução do parto tem sido a conduta mais utilizada. O objetivo deste estudo foi avaliar os resultados da indução de parto em casos de óbito fetal intra-útero com idade gestacional a partir de 20 semanas. Foi um estudo clínico descritivo realizado no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo. Foram analisadas 122 gestantes com esse diagnóstico quanto às características sociodemográficas, causas de óbito fetal, antecedentes obstétricos e características do parto (forma de indução, via de parto, complicações). Os procedimentos estatísticos utilizados foram cálculo da média e desvio-padrão e chi². As principais causas identificadas de morte fetal foram hipertensão arterial e infecções. A droga mais utilizada para a indução do parto foi o misoprostol (37,7%), seguido da ocitocina (19,7%). Em 27% dos casos o trabalho de parto iniciou espontaneamente. O tempo médio de indução foi de 3 horas. A maior parte teve parto vaginal e em 9,1% a cesárea foi realizada. Concluiu-se que a indução de parto de feto morto é segura e eficaz, independentemente do método utilizado. O misoprostol, utilizado por via vaginal, é especialmente útil nos casos de colo desfavorável, por seu efeito modificador sobre ele.<br>Although 80 to 90% of all dead fetuses may be spontaneously eliminated after two to three weeks from death, labor induction has been the mostly used management. The purpose of the current study was to evaluate the results of labor induction for pregnancies with fetal death and gestation age above 20 weeks. It was a descriptive clinical study which was performed at the Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros in São Paulo, Brazil. One hundred and twenty-two pregnancies with fetal death were evaluated regarding their social and demographic characteristics, causes of fetal death, previous pregnancies history and delivery (induction, route, complications). The statistical procedures used were estimation of mean and standard deviation and chi². The main causes of fetal death were hypertension and infections. The mostly used drug for labor induction was misoprostol (37.7%) followed by oxytocin (19.7%), while 27% of cases had spontaneous onset of labor. The mean time of induction was 3 hours. The majority of women had vaginal delivery and cesarean section was performed in 9.1% of them. It is concluded that labor induction for fetal death is safe and efficient, irrespective of the method used. Misoprostol when used in the vagina is specially useful for cases with an unripe cervix because of the modifying effect of the drug on the cervix.

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APA 7

al, M. M. A. D. A. E. (1998). Conduta obstétrica no óbito fetal Obstetrical management of fetal death. https://doi.org/10.1590/S0100-72031998000300004

MLA

al, Márcia M A de Aquino et. "Conduta obstétrica no óbito fetal Obstetrical management of fetal death." 1998. https://doi.org/10.1590/S0100-72031998000300004.

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al, Márcia M A de Aquino et. 1998. "Conduta obstétrica no óbito fetal Obstetrical management of fetal death.". https://doi.org/10.1590/S0100-72031998000300004.

Harvard

al, M. M. A. D. A. E. 1998, Conduta obstétrica no óbito fetal Obstetrical management of fetal death, Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, available at: https://doi.org/10.1590/S0100-72031998000300004 [Accessed 7 Aug. 2026].

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Título
Conduta obstétrica no óbito fetal Obstetrical management of fetal death
Autor / colaboradores
Márcia M A de Aquino et al
Editorial
Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Año de publicación
1998
ISSN
0100-7203
ISSN
0100-7203
Idioma
Inglés

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