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Ficha bibliográfica · Consulta y acceso
Artículo de revista

Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez

Mário Henrique Burlacchini de Carvalho et al · Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia · 2002

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Objetivos:avaliar, no primeiro e segundo trimestres da gravidez, a correlação entre o comprimento do colo uterino e a ocorrência de parto prematuro espontâneo. Métodos:em 641 grávidas do pré-natal geral, a medida do comprimento do colo uterino foi realizada em dois momentos: entre a 11ª e a 16ª e entre a 23ª e a 24ª semana da gravidez. A avaliação do colo uterino foi feita pela ultra-sonografia transvaginal, com a grávida em posição ginecológica e tendo realizado previamente esvaziamento da bexiga. O comprimento do colo uterino foi medido linearmente do seu orifício interno ao externo. A medida do comprimento do colo uterino foi correlacionada com a idade gestacional no momento do parto. Para comparação das médias do grupo de grávidas que tiveram parto prematuro e a termo utilizamos o teste t de Student. A sensibilidade, especificidade, taxa de falso-positivos, falso-negativos e acurácia para o parto prematuro foram calculadas para os comprimentos de colo menores ou iguais a 30 mm, 25 mm e 20 mm. Resultados:a medida do comprimento do colo uterino entre a 11ª e a 16ª semana de gestação não apresentou diferença significativa entre o grupo de parto prematuro e o grupo a termo (40,6 mm e 42,7 mm, respectivamente, p=0,2459). A diferença entre os grupos, no entanto, foi significativa quando o colo foi medido entre a 23ª e a 24ª semana de gravidez (37,3 mm para o grupo que evoluiu com parto prematuro e 26,7 mm para o grupo a termo, p=0,0001, teste t de Student). Conclusões:o comprimento do colo uterino entre a 11ª e a 16ª semana de gravidez não foi significativamente diferente entre as gestantes com parto prematuro ou a termo. No entanto, na 23ª e 24ª semana esta diferença foi significativa, podendo ser um método de predição da prematuridade.

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al, M. H. B. D. C. E. (2002). Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032002000700006&tlng=pt

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al, Mário Henrique Burlacchini de Carvalho et. "Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez." 2002. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032002000700006&tlng=pt.

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al, Mário Henrique Burlacchini de Carvalho et. 2002. "Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez.". http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032002000700006&tlng=pt.

Harvard

al, M. H. B. D. C. E. 2002, Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez, Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, available at: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032002000700006&tlng=pt [Accessed 28 Jun. 2026].

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Título
Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez
Autor / colaboradores
Mário Henrique Burlacchini de Carvalho et al
Editorial
Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Año de publicación
2002
ISSN
0100-7203
ISSN
0100-7203
Idioma
eng

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